terça-feira, 31 de março de 2009

POLICIAIS MILITARES PERMANECEM DE BRAÇOS CRUZADOS EM BOA VISTA (RR).

Parte dos policiais militares em Boa Vista (RR) permanecem aquartelados nesta terça-feira em protesto por melhores salários. A paralisação de aproximadamente 200 PMs começou na segunda (30), com apoio dos parentes dos revoltosos, e não tem previsão de terminar.
Os agentes pedem aumento salarial de 33%, contra 14,5% oferecido pelo governo. Na noite de ontem, o governador José de Anchieta Júnior (PSDB) afirmou que só irá negociar com os policiais quando o aquartelamento chegar ao fim.

Além de cruzarem os braços, os PMs impediam a saída dos carros policiais de um dos dois batalhões da cidade. Ao todo, apenas quatro dos oito carros do policiamento ostensivo da capital estão circulando normalmente, conforme a PM (Polícia Militar).

Reforço

Para cobrir a falta de ao menos 20% do efetivo da capital de Roraima --que conta com cerca de 800 policiais militares--, o comando da PM convocou 140 policiais recém-formados. Graduados na sexta-feira (27), eles irão reforçar o policiamento na cidade.

Além deles, a Secretaria da Segurança Pública do Estado determinou que policiais civis fizessem o policiamento ostensivo em determinadas regiões --principalmente na porta de bancos.
Fonte: Folha On-line

ENTRA GOVERNO E SAI GOVERNO E NINGUÉM VALORIZA OS MILITARES.


Fonte: Jornal da Cidade

segunda-feira, 30 de março de 2009

POLICIAIS MILITARES PEDEM APOIO SALARIAL NA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA.


A TV Sergipe em seu telejornal SE TV 2ª Edição de hoje, também trouxe reportagem mostrando a mobilização dos militares sergipanos na Assembléia Legislativa, buscando apoio do Deputados para o aumento salarial e a instalação da Comissão de Segurança Pública naquela casa. Veja matéria, clicando no link abaixo:

MAIS DE 30 PRESOS ESCAPAM DE DELEGACIAS.


Clique no link abaixo e veja o caos que está segurança pública do Estado. Segundo a matéria veiculada pela TV Sergipe no telejornal SE TV 2ª Edição de hoje, mais de 30 presos escaparam de delegacias da capital e do interior:

http://emsergipe.globo.com/multimidia/?id=27359

POLICIAIS MILITARES PEDEM APOIO DE DEPUTADOS.

Policiais ocupam galeria inferior da AL


Policiais acompanham sessão


PM's assistem sessão pela TV


Documento pede indicação de membros da comissão


Representantes das Associações Unidas

Na tarde desta segunda-feira, 30, a sessão plenária da Assembléia Legislativa cedeu espaço ao debate sobre a Comissão de Segurança Pública

Cumprindo o que foi decidido em reunião, os policiais militares deram prosseguimento à estratégia de pressionar o Governo para que atenda as reivindicações da categoria. Na tarde desta segunda-feira, 30, a sessão plenária da Assembléia Legislativa (AL) cedeu espaço ao debate sobre a Comissão de Segurança Pública. Policiais militares (PM’s) lotaram as galerias da AL e a entrada do prédio para pedir a indicação dos integrantes da comissão e cobrar apoio dos deputados a pauta das Associações Unidas da corporação.
De posse de três ofícios, o representante das associações, sargento Vieira, informou que no dia 04 de outubro de 2007, foi pedida a criação da comissão. Em junho do ano seguinte, o projeto foi aprovado aprovado por unanimidade e hoje, os PM’s entregaram novo documento pedindo a escolha dos integrantes da comissão. “Pela lei, a comissão já existe. Resta agora, nomear os deputados que irão formar o grupo, para que as discussões acerca da Segurança Pública sejam iniciadas”, explicou o sargento.

Embates

A presença dos policiais militares deu o tom dos embates entre o líder de situação, Francisco Gualberto, e o representante da oposição, Venâncio Fonseca. A cada discurso dos parlamentares, ouviam-se vaias ou aplausos de acordo com as declarações feitas.
Parar Gualberto, “a oposição está se utilizando das reivindicações da PM para criticar o Governo”. Além disso, ele ressaltou que “os mesmos deputados que atacaram a corporação militar na gestão passada, atualmente, demonstra apoio”. Em seu discurso, o líder da base aliada tratou dos investimentos feitos pelo governador em Segurança Pública e destacou que reajustes salariais já foram concedidos aos policiais militares.
O deputado Venâncio Fonseca criticou duramente o governador Marcelo Déda, sendo apoiado pelos aplausos dos manifestantes. Para ele, “Déda é bom de discurso, mas na prática, não respeita as categorias, criando este ambiente de paralisações e protestos”. Venâncio Fonseca reconheceu que “João Alves cometeu erros e como resposta do povo não foi eleito, mas Déda trouxe um discurso de mudança, mas que até o momento, não representou melhorias para o povo sergipano”.

Aquartelamento

“Enquanto deputado, Déda incentivou a paralisação dos policiais militares no governo Albano Franco e agora, trata a categoria com arrogância e prepotência”, afirmou Venâncio Fonseca. O representante das associações da PM, sargento Vieira, reiterou que os policiais ajudaram a eleger Marcelo Déda por acreditar que ele faria o melhor pelos profissionais de Segurança Pública, mas “até o momento, ele não respondeu aos principais anseios dos policiais militares".
Próximos passos

No próximo dia 02, os policiais realizam protesto em frente ao Palácio dos Despachos. Ainda no cronograma de manifestação estão marcadas doação de sangue (dia 08), vigília em frente ao Palácio dos Despachos (dia 16) e assembléia geral (dia 23).
Fonte: site Infonet

POLICIAIS MILITARES PEDEM APOIO DOS DEPUTADOS ESTADUAIS.

Centenas de policiais militares e bombeiros participaram da sessão plenária na Assembléia Legislativa, na tarde desta segunda-feira(30). Eles foram pedir apoio aos parlamentares para agilizar o processo de negociação com o Governo. Os 24 deputados se fizeram presente e se comprometeram em defender a bandeira de melhorias das condições trabalhistas da corporação, bem como melhorias salariais.

De acordo com o presidente da Associação dos Oficiais Militares de Sergipe (Assomise), capitão Samuel, a intenção da categoria é montar uma Comissão de Segurança Pública e a interveniência junto ao governo do Estado para negociar salários e carga horária, além da obrigatoriedade de nível superior para o ingresso nas corporações.

"Este é um movimento legalista e queremos o apoio dos deputados para a criação da Comissão de Segurança; nós não queremos briga, queremos negociar", informou o capitão.

Manifesto

O próximo movimento da categoria acontece na próxima quinta-feira (2), em frente ao Palácio dos Despachos, quando tanto os bombeiros quanto os policiais esperam por um fim a este impasse entre governo do estado e corporações.
Fonte: site Atalaia Agora

DÉDA, PM E NEGOCIAÇÃO SALARIAL.

Cabe ao governador, como comandante maior da PM, mostrar que está aberto ao diálogo sem intransigência, mas em busca do bom senso.
O blog vem recebendo diversos e-mails para analisar o atual contexto da negociação salarial dos policiais militares com o Governo do Estado. Para fazer essa análise é preciso lembrar primeiramente o que ocorreu no ano passado.

Naquela oportunidade, o governo negociou com as categorias de servidores públicos e apresentou suas propostas, afirmando que estava avançando na recomposição salarial do funcionalismo público, contudo sem descuidar da lei de responsabilidade fiscal e da saúde financeira do estado. Nesse contexto, as categorias apresentaram suas propostas, sendo objeto de intensa negociação, tendo o resultado que foi declarado na imprensa.

A comissão de negociação dos policiais militares fechou a negociação com algum avanço, mas muito menor do esperavam. Vale destacar que o Governador pediu paciência, uma vez que este era o início do processo de recomposição salarial das instituições. É preciso lembrar também que a comissão de negociação dos policiais civis e não aceitaram a argumentação do governo, deflagrando uma série de manifestações que se denominava “Operação Padrão”. Fecharam a delegacia plantonista e usaram da pressão como instrumento para fazer valer a sua posição. E o Governo do Estado cedeu, com crescimento salarial nunca visto em uma categoria, que chegará ao patamar em 2010 invejável. Com certeza a conquista dos policiais civis é justa e merecida. Hoje estão devidamente reconhecidos e estimulados.

Aí é que ocorre o primeiro problema na SSP. O Governo do Estado, por conta dos efetivos completamente diferenciados em números das duas policiais, acabou dando um tratamento desigual. As lideranças da PM, presente na comissão de negociação, saíram “arranhadas” com o contingente, porque muitos – com o intuito político eleitoral – fizeram questão de divulgar que as lideranças pediram pouco. Justiça seja feita: a grande maioria destas lideranças da PM, acreditou no compromisso do governo em recompor a remuneração da classe.

Agora, aos várias discussões com a comissão, comandada pelo secretário Kércio Pinto, estas lideranças apresentaram uma proposta escalonando o reajuste mos moldes da Polícia Civil. Se para o Governo do Estado, a situação financeira é delicada neste momento, é preciso também um diálogo franco e aberto sobre o que pode ser feito neste momento.

As mobilizações que estão sendo realizadas pelos policiais militares, até o presente momento estão dentro da lei e do que são realizadas pelos demais servidores públicos. Por se tratar da PM, todos sabem que a mesma tem uma legislação especifica sobre a greve e principalmente no que se refere a insubordinação. Como bem escreveu o colega Adiberto de Souza na semana passada “cautela nunca fez mal e os representantes do governo nas mesas de negociações salariais precisam ser muito hábeis para evitar o recrudescimento. Espera-se também das lideranças dos servidores muita cautela para evitar impasses desnecessários. O pessoal da Polícia Militar, por exemplo, não age correto quando acena com um aquartelamento antes mesmo de esgotadas todas as possibilidades de negociação, mas a SSP não pode ficar de braços cruzados como se a insatisfação dos policiais não fosse um problema seu”.

E este espaço vai mais longe. Chegou a hora do governador Marcelo Déda agir como fez com o magistério. Como se diz no popular “tête à Tetê” com as lideranças do movimento da PM mostrar o que pode ser feito este ano e no próximo. O que se pede é compreensão e maturidade dos dois lados.

Ainda para lembrar. Em agosto do ano 200O, a PM passou três dias em greve, com o aquartelamento. O governo era Albano Franco que chegou a cogitar a intervenção do exército para garantir a segurança do Estado. E, naquele mesmo período, o então deputado federal Marcelo Déda, era candidato a prefeito de Aracaju e foi lá, no Quartel da PM, conversar e dialogar com as lideranças da PM.

Então governador, não fique ouvindo alguns auxiliares que defendem a radicalização e, principalmente, acabe com a intransigência de que “não vai dialogar diretamente com as lideranças da PM. É certo que nunca se investiu tanto na segurança pública, mas o governo do Estado precisa acenar que deseja uma solução compatível. É só apresentar uma contra proposta, dialogar com bom senso e maturidade. A sociedade não aceita ameaças dos dois lados. Um anunciado que vai fazer o aquartelamento e o outro dizendo que não vai negociar diretamente com a PM.

Cabe ao governador, como comandante maior da PM, mostrar que está aberto e sem intransigência. O blog repete: talvez com diálogo e maturidade chegue-se ao bom senso não necessitando que os frutos deste acordo sejam colhidos imediatamente. Não pode é radicalizar...
Fonte: site Infonet - blog do Jornalista Cláudio Nunes

MAIS UM RETRATO DA NOSSA INSEGURANÇA PÚBLICA.

27 presos escapam de delegacias da capital e do interior
O final de semana foi marcado por uma série de fugas nas delegacias da capital e do interior do Estado. Em Aracaju, 23 escaparam, sendo 11 da Delegacia do Bugio e outros 12 da Plantonista, bairro São José. Desse total três foram recapturados.

No momento da fuga na Plantonista tinham 41 presos e apenas uma agente que foi rendida. "Eles renderam a policial e pegaram à chave da cela. Eles fugiram pela ala do pátio", disse um policial.

No interior do Estado, três custodiados escaparam da delegacia do município de Areia Branca por volta das 18horas de sábado (28). Em Ribeirópolis, um preso conseguiu fugir da delegacia da cidade.
Fonte: site Atalaia Agora

domingo, 29 de março de 2009

POLICIAL MILITAR DAMIÃO, EXEMPLO DE LUTA E DETERMINAÇÃO.



Caros militares, devemos nos espelhar no Policial Militar Damião, que mesmo com as dificuldades apresentadas pela vida, mostrou uma luta e determinação que devem ser exemplos para todos nós. Ele foi o entrevistado do programa da ABSMSE, Fala Segurança, no último sábado.
Damião entrou na PM/SE, com 19 anos de idade e ao 26 anos, foi atender a uma ocorrência onde tomou um tiro na coluna, que o deixou paraplégico e com o agravamento da situação teve que amputar as pernas. Para sobreviver nos dias atuais, precisa trabalhar com jogo do bicho para poder sobreviver, devido ao soldo vergonhoso que recebe.

AQUARTELAMENTO INICIADO EM CUIABÁ.

Por força das mulheres dos praças, efetivo rearranjado pelo Comando Geral é impedido de ir às ruas na Capital

A movimentação foi provocada por esposas milicianas, que murcharam pneus de viaturas e enfrentaram oficiais

Liderado por mulheres da Associação das Famílias Milicianas, o aquartelamento de praças (sargentos, cabos e soldados) começou ontem, na sede do 1º Batalhão da Polícia Militar, na avenida XV de Novembro.

As mulheres murcharam os pneus das 12 viaturas que foram paradas estrategicamente na frente do Batalhão, e não no estacionamento interno, como é habitual. Além disso, bloquearam a saída principal do quartel, por onde obrigatoriamente passariam outros veículos escalados nas rondas policiais. Toda ação foi gravada com câmera de vídeo por ordem do Comando da PM.

Por volta das 20h30, como nenhum policial havia saído para as ruas, houve um começo de tumulto no momento em que um oficial tentou impedir a mulher de um soldado de furar os pneus da última viatura. O marido dela não gostou e interpelou o superior, mas outros policiais não deixaram a situação se agravar.

O comandante geral da Polícia Militar, coronel Adaildon Evaristo de Moraes Costa, que monitorava o protesto via telefone em conversas com os oficiais, chegou a articular um esquema que supostamente enfraqueceria o protesto.

Na quinta-feira, dia 19, o comandante convocou para trabalhar nas ruas todos os policiais que atuam em funções administrativas no Comando Geral, Academia de Formação de Oficiais, Centro de Formação de Praças (Cefap), Escola Militar Tiradentes e no Batalhão de Operações Especiais (BOP).

Os policiais chamados às pressas e os outros que estavam previstos na escala comum de plantão compareceram ao trabalho, mas não entraram em operação, porque suas mulheres e muitos sargentos, cabos e soldados que estavam de folga os impediram. O comandante do CR-1, coronel Denézio Pio, disse que com esse plano poderia contar com pelo menos 114 policiais por plantão, mas mesmo assim teria 40 a menos nas ruas.

A presidente da Associação das Famílias Milicianas da Baixada Cuiabana, Veranei Nogueira, disse que os policiais e suas mulheres perceberam que não há interesse do governo de negociar e muitos menos aprovar o projeto de progressão de carreira esperado há quase dois anos, além do reajuste de 23,9% reivindicado pelos praças. Veranei destacou: “esse projeto já entrou e saiu da Assembléia várias vezes e nós continuamos sem resposta”.

Timidamente, com uma reunião na Praça do Museu do Rio, por voltas das 18h, teve início o movimento. Lá estiveram oficiais com cargo de comando, entre os quais os coronéis Denézio Pio, Osmar Farias, Ribeiro Filho, tentando demover a idéia de protesto. Mas menos de 30 minutos depois ganhou força e chegou à porta do único quartel da Capital depois da reengenharia operacional adotada pela PM em janeiro.

O movimento dos praças, que começou há quase um mês, acabou impedindo a votação do projeto que previa reajuste salarial apenas para oficiais. Além disso, pela primeira vez na história da PM as promoções tradicionalmente anunciadas em 21 de Abril, Dia de Tiradentes, padroeiro da corporação, acabaram sendo suspensas.

Fonte: reportagem Alecy Alves

ATENÇÃO MILITARES, AMANHÃ MOBILIZAÇÃO NA PRAÇA FAUSTO CARDOSO.

MOBILIZAÇÃO

Conforme deliberação aprovada na Assembléia Geral do dia 26/03/09, convocamos todos os militares para a mobilização que ocorrerá amanhã, dia 30, às 14:00 h, na Praça Fausto Cardoso, em frente à Assembléia Legislativa, para cobrar a criação da comissão de Segurança Pública.

Sua participação é fundamental para o sucesso do nosso movimento tolerância zero.

sábado, 28 de março de 2009

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA NÃO CONSIDERA MOTIM, OS MILITARES QUE LUTAM POR MELHORES SALÁRIOS ATRAVÉS DE AÇÕES PACÍFICAS.

O Tribunal de Justiça da Paraíba, já tinha decidido através da sua Câmara Criminal, que não pode ser considerado motim, a reunião de militares que lutam por melhores salários, através de ações pacíficas. Veja a ementa abaixo:

"Ementa: Competência. Processo Penal Militar. Motim. Reunião de militares, que lutaram por melhorias de salário. Ação pacífica, não afrontosa aos limites legalmente permitidos. Descumprimento à ordem recebida ou recusa à obediência a superior. Circunstâncias elementares inexistentes. Conduta atípica. Decisão absolutória mantida. Apelo ministerial improvido. Aos militares é defeso fazer greve (DF, art. 142, parágrafo 2º). entretanto, a manifestação pacífica dos milicianos, que passavam - como, aliás, ainda passam - por sérias agruras, em face dos parcos salários que percebem, não caracteriza o crime de motim. É que a vedação da greve não impede que se negocie, da forma mais adequada, por melhorias salariais, como ocorreu, in casu, e tem acontecido, recentemente, como é público e notório, nos mais diversos Estados da Federação, tal a situação por que passam os policiais, não só os militares, como de resto os agentes civis e guardas municipais. (TJPB - Câmara Criminal - Ap. 2001.003924-1 - Rel. Des. Raphael Carneiro Arnaud - J. em 04.09.2001, DJ de 07.09.2001)".

Contribuição do Dr. Márlio Damasceno, advogado da área criminal da ABSMSE.

DE HERÓI A BANDIDO.

Recebemos o relato de um leitor intitulado como MAJOR QOPM MANO, que nos privilegiou com um relato sobre a sua situação familiar após o pronunciamento do Governador Marcelo Déda no dia 27 de março, em que este qualifica como criminoso o policial militar que protestar pelos seus direitos.

Devemos confessar que COMPARTILHAMOS DA MESMA DESILUSÃO!

O mais interessante é que o atual Governador de Sergipe é o mesmo personagem que algum tempo atrás apoiou o aquartelamento dos Policiais Militares desse Estado.

Como as coisas mudaram! Por acaso a luta não é a mesma?
Veja esse depoimento:
Maj QOPM Mano

Hoje à noite (27/03/2009), depois dos telejornais locais senti que meu filho de 8 anos ficou um pouco triste, cabisbaixo, no canto da sala. Sabendo que se tratava de algum problema fui a sua direção e perguntei: Meu filho o que é que lhe aflige? Ele ainda mesmo sem querer falar disse que não era nada e saiu de casa sentando na calçada do lado de fora.

Conhecendo como conheço meu filho sabia que havia algo de estranho, e passei a insistir novamente na pergunta; Meu o que foi que houve para ficar tão triste? Ele ainda meu envergonhado me perguntou, Meu pai o senhor e Polícia ou Bandido? Sem entender a razão daquela pergunta, fiquei indignado, pois como é que meu próprio filho tem dúvida da minha honestidade e do meu caráter. Mas assim mesmo me contive, pois se tratava de uma criança de 8 anos de idade, então com mais tranqüilidade perguntei o por quê do incisivo questionamento, e ele me respondeu que assistiu em dos telejornais de Sergipe, e viu que o governado Marcelo Déda de forma ameaçadora vai processar e expulsar os Policiais e Bombeiros Militares que lutassem pela melhoria na qualidade de vida de seus familiares, da dignidade como profissional e de tentar dá para a sociedade sergipana uma melhor segurança pública.

E me questionou mais uma vez: Meu pai não é esse governador que o senhor votou e ficou muito feliz quando ele ganhou a eleição do NEGÃO que maltratou todo mundo? Respondi que sim é esse mesmo melho filho. Meu pai, não era Déda que tinha aquela música que o senhor colocava no som da mala do seu carro? “Olha que eles estão aperreado, olha que eles estão aperreado, é Déda, é Déda, é Déda é treze pra todo lado”, e saía pelo bairro tocando o dia todo? Era meu filho.
E como é que agora meu pai ele vem ameaçar o senhor com processo e expulsão, me deixando envergonhado na frente dos meus colegas de escola que estão zombando de mim, dizendo que meu pai é marginal e que vai ser expulso da PM.

Confesso que cair de joelho e comecei a chorar de desgosto de ver meu filho triste e eu ali impotente sem saber explicar direito de como é feita a política e ao mesmo tempo surpreso de ver que meu filho de 8 anos ainda lembrar da canção da campanha e de tudo que fizemos para ajudar a eleger o governador Déda.
Fonte: www.capitaomano.blogspot.com

AUMENTA A DISPUTA ENTRE PM's E DELEGADOS.

Clique neste link abaixo e veja as declarações do delegado, afirmando que os policiais militares são insubordinados:
http://www.youtube.com/watch?v=Y0nuT8lHjRU

A assembléia dos bombeiros e policiais militares, ocorrida ontem à tarde na quadra do Cotinguiba Esporte Clube, no bairro 13 de Julho, zona sul da capital, deu mais uma demonstração de força das categorias perante o governo estadual e, de quebra, acendeu o risco de uma nova crise entre as polícias Civil e Militar. As mais de 2 mil pessoas que compareceram ao local aprovaram uma proposta das Associações Militares Unidas que quer retirar os militares das delegacias de polícia e impedir que eles cumpram funções atribuídas à polícia judiciária, a exemplo da entrega de intimações e custódia de presos em delegacias.

A medida, comemorada pelos PM´s, é uma reação a uma crítica feita pelo delegado Alexandre Pires Bezerra, do Centro de Operações Especiais da Polícia Civil (Cope), durante um encontro promovido na última segunda-feira pela Associação dos Delegados de Polícia de Sergipe (Adepol). Diante dos colegas e do secretário Kércio Silva Pinto, Pires declarou que havia insubordinação de policiais militares em delegacias do interior do Estado.

Além de citar a recusa dos militares em recolher os presos às celas e entregar intimações, mesmo sob ordem expressa do delegado, Alexandre os acusou de abandonar os prédios da Polícia Civil sem que os postos sejam substituídos pela SSP. Isso está gerando um problema muito grave, que só tende a aumentar, reclamou o delegado. As declarações foram exibidas no telejornal noturno da TV Atalaia e criaram raiva nos militares, que prometeram reagir.

A partir de agora, todos os policiais militares que trabalham em delegacias devem usar a farda e não cumprir, de forma nenhuma, ordem de delegado. Delegado manda neles, nos agentes e nas ´negas´ dele (sic), mas em policial militar ele não manda. Isso não é crime e nem insubordinação. O delegado tem que aprender e ler a Constituição para saber o papel de cada corporação, disparou o capitão Samuel Alves Barreto, das Associações Militares Unidas, acrescentando que a crítica do delegado Alexandre Pires serviu como uma chacota de quem não tem conhecimento da lei.

A reação já vinha sendo anunciada na manhã de terça-feira, quando emissoras de rádio da capital repercutiram a intervenção do delegado. Alexandre não quis falar sobre o assunto, mas disse a produtores da rádio 930 AM, que foi claro o suficiente no que disse durante o café da Adepol e que não queria criar mais polêmicas. Mesmo assim, o estopim já aceso passou a queimar mais rápido. Isto porque as duas polícias começaram a divergir desde o acordo salarial que foi feito no ano passado entre o governo estadual e os policiais civis - que deu um significativo aumento de salário à categoria.

Fonte: Jornal do Dia

VEJA O QUE NOSSO PRESIDENTE LULA, COMPANHEIRO DO MESMO PARTIDO DO GOVERNADOR MARCELO DÉDA, DIZIA QUANDO ERA CANDIDATO A PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA.

Salário mixo justifica greve da PM, diz Lula

O presidenciável petista Luiz Inácio Lula da Silva acusou ontem, em Santa Maria (RS), o governo da Bahia de ter provocado a violência, saques e arrastões durante a greve da Polícia Militar para enfraquecer o movimento. E defendeu o direito de policiais fazerem paralisações.

"Acho que, no caso da Bahia, o próprio governo articulou os chamados arrastões para criar pânico na sociedade. O que o governo tentou vender? A impressão que passava era a de que, se não houvesse policial na rua, todo baiano era bandido. Não é verdade. Os arrastões na Bahia me lembraram os que ocorreram no Rio em 92, quando a Benedita [da Silva, petista e atual vice-governadora do Rio] foi para o segundo turno [nas eleições para a prefeitura]. Você percebeu que, na época, terminaram as eleições e, com isso, acabaram os arrastões?"

"A PM pode fazer greve. Minha tese é que todas as categorias de trabalhadores que são consideradas atividades essenciais só podem ser proibidas de fazer greve se tiverem também salário essencial. Se considero a atividade essencial, mas pago salário mixo, esse cidadão tem direito a fazer greve. Na Suécia, até o Exército pode fazer greve fora da época de guerra", disse.

As declarações foram feitas durante a Caravana da Agricultura Familiar, que Lula realiza no Sul. Durante todo o dia, Lula falou sobre a prioridade que dará, caso seja eleito presidente, para a agricultura familiar. Usou, como exemplo do quanto isso poderia ser positivo para o país, o casal de agricultores com quem tomou café da manhã, Moacir Aozani, 53, e Inês Aozani, 47.

Eles vivem com renda de R$ 260 vendendo seus produtos para uma feira no centro de Santa Maria, cidade administrada pelo PT. Trocaram o cultivo do fumo pelo de vegetais.

Fonte: Jornal Folha de São Paulo

É PT, QUEM TE VIU E QUEM TE VÊ!

sexta-feira, 27 de março de 2009

PMs MARCHAM CONTRA ARROCHO SALARIAL.

Cantando o Hino Nacional, policiais militares marcharam até a SSP.

Insatisfeitos com falta de negociação, mais de dois mil policiais militares marcharam ontem à tarde pelas ruas da cidade em direção à Secretaria de Segurança Pública. Cantando o Hino Nacional, o objetivo era chamar a atenção da sociedade sobre o soldo e protestar contra a falta de uma contra-proposta do governo do Estado que reordene a remuneração dos PMs e dos bombeiros militares.

A marcha foi organizada pela Unidas, uma associação que reúne oito entidades militares. Antes de saírem caminhando, os policiais se reuniram em assembleia e traçaram um calendário de programação e uma nova assembleia para o dia 23 de abril. A assembleia lotou o Cotinguiba Esporte Clube e se estendeu por mais de duas horas.

As reivindicações

Os policiais militares ela boraram uma proposta de reordenação salarial que foi entregue no dia 3 de fevereiro ao comando da Polícia Militar e ao secretário Kércio Pinto, numa reunião ocorrida na sala do comandante geral da PM, coronel Magno Silvestre. “Desde o dia 3 de fevereiro que não temos nenhuma resposta, que não recebemos nenhuma contra-proposta”, disse o presidente da Associação dos sub-tenentes e sargentos da PM, sargento Alexandre Prado. A associação é uma das oito entidades que integram a Unidas.

A proposta de reordenação prevê um soldo de R$ 2,5 mil para o soldado repassado de forma escalonada, a exemplo do que vem ocorrendo com os policiais civis. Esse valor seria alcançado até 2010. Atualmente, o salário-base do PM é de R$ 450, inferior ao salário mínimo atual que é de R$ 465. Propõe ainda a exigência de nível superior para acesso à Polícia Militar.

Negociações paradas

Segundo os policiais, a mesa de negociação foi suspensa em maio do ano passado. Desde então, segundo o presidente das Associações Unidas, capitão Samuel Barreto, as conversações sobre reajustes salariais foram suspensas. Após a entrega da proposta o otimismo voltou a tomar conta da categoria. O secretário de Segurança Pública, Kércio Pinto, não apareceu para falar com os manifestantes. Ele disse esta semana que havia encaminhado à proposta para análise.

Mais manifestações

30/03 - 14h - Mobilização na praça Fausto Cardoso, em frente à Assembleia Legislativa para cobrar a criação da comissão de Segurança Pública

02/04 – 8h – Concentração em frente ao Palácio de Despachos para cobrar a formação de uma comissão de negociação

08/04 – Doação de sangue no Hemose

11/04 – 21h - Queima do soldo, na Passarela do Caranguejo

16/04 – Vigília de 24 horas na porta do Palácio de Despachos

23/03 – Assembleia geral para definir sobre um acampamento por tempo indeterminado.

Fonte: Jornal da Cidade.

SABIA QUAIS AS PRÓXIMAS MOBILIZAÇÕES QUE SERÃO FEITAS PELOS MILITARES.

Caros companheiros e companheiras, na Assembléia Geral deste dia 26, foi definido um calendário de mobilização da nossa classe em busca dos nossos objetivos.

Para que ninguém se esqueça, segue abaixo o referido calendário:

26/03 – Quinta – Caminhada do Cotinguiba até a SSP (ato já realizado após a AG)

30/03 – Segunda – 14:00 h – Ato na Assembléia Legislativa para cobrar a implantação da Comissão de Segurança pública na ALESE

02/04 – Quinta – 08:00 h – Ato em frente ao Palácio de Despachos (Av. Adélia Franco)

08/04 – Quarta – 08:00 h – Ato: Doação voluntária de sangue no HEMOLACEN

11/04 – Sábado – 21:00 h – Ato: Queima do Judas (Vamos queimar o nosso soldo) – Local: Passarela do Caranguejo, na Orla de Atalaia – Concentração no estacionamento em frente ao Bar Coqueiral
Obs: Levar cópia do contra-cheque e uma vela (se possível levar recipiente para proteger a vela do vento)

16/04 – Quinta – 08:00 h – Ato: Vigília em frente ao Palácio de Despachos por 24 horas

23/04 – Quinta – Horário e local a definir – Assembléia Geral para avaliação do movimento e das negociações, e deliberação sobre um possível acampamento por prazo indeterminadoA partir da Assembléia do dia 23, serão definidos os novos rumos do movimento.

É importante a participação de todos nesses atos públicos. O fortalecimento do movimento nesse instante é de suma importância para todos nós. É preciso mobilizar nossos companheiros e nossas famílias. Só assim teremos a certeza de que poderemos contar com todos para o que der e vier. Contamos com todos a partir de segunda-feira.

POLICIAIS MILITARES E BOMBEIROS PROTESTAM POR MELHORES SALÁRIOS.

Cerca de três mil policiais militares e bombeiros do estado de Sergipe compareceram à assembléia realizada na tarde de hoje, quinta-feira (26), no Cotinguiba Esporte Clube para definirem uma política de ações frente o impasse entre a categoria e a Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP) seccional Sergipe.

De acordo com o presidente da Associação dos Oficiais Militares de Sergipe (Assomise), Capitão Samuel Alves Barreto, a categoria almeja valorização profissional através de reajuste salarial, compatível com o recebido pela polícia civil; obrigatoriedade do curso superior para o soldado entrar na corporação; atualização do seguro de vida e definição da carga horária.

Após a reunião, os militares da polícia e bombeiros presentes fizeram passeata desde o Cotinguiba até a sede da SSP - passando pelas avenidas Ivo do Prado e Barão de Maruim - onde tentaram ser recebidos pelo secretário de Segurança Pública, Kércio Pinto, que não que não os recebeu.

Diante do não-diálogo entre Assomise com SSP, o Capitão Samuel informou não acreditar no interesse do secretário em resolver o impasse. "Vamos fazer uma série de movimentos até o final do mês de abril, na segunda (30), teremos uma vigília na assembléia legislativa a partir das 14h... O que a gente quer é que o governador [Marcelo Déda] abra uma mesa de discussões sérias, porque com a secretaria [SSP] não temos condições de negociar", desabafou.

O Capitão Samuel reforçou a idéia de que o movimento é legítimo, respeita a hierarquia e mantém a disciplina, tanto que não vai tomar nenhuma decisão precipitada. De acordo com ele, a população está sensível à situação vivida pela categoria, ao ponto de populares, durante a caminhada no fim da tarde de hoje, ter aplaudido a causa dos bombeiros e policiais militares.

Quanto ao aquartelamento, o militar foi enérgico: "quem decide é o governo; esta possibilidade não está descartada, mas esperamos não ser necessário fazer isto porque queremos defender a população", finalizou.

Fonte: site Atalaia Agora

quinta-feira, 26 de março de 2009

POLICIAIS FAZEM PROTESTO NO CENTRO DA CAPITAL.


Clique no linck abaixo e veja a matéria exibida na TV Sergipe no telejornal SE TV 2ª Edição, mostrando a Assembléia Geral feita no dia de hoje pelos militares sergipanos, organizado pelas Associações Unidas, que contou com a participação maciça da classe, que mostrou sua força e união.

http://emsergipe.globo.com/multimidia/?id=27288

POLICIAIS MILITARES PRESSIONAM GOVERNO POR AVANÇO EM NEGOCIAÇÕES.

Policiais e bombeiros militares lotaram o Clube do Cotinguiba na tarde desta quinta-feira, 26, para discutir a pauta de reivindicações da categoria.

Policiais lotaram clube do Cotinguiba

Revoltados com a falta de propostas do Governo do Estado, uma multidão de policiais e bombeiros militares lotou o Clube do Cotinguiba na tarde desta quinta-feira, 26, para discutir a pauta de reivindicações da categoria. Mesmo negociando há mais de três meses com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), os representantes das Associações Unidas dos Policiais Militares decidiram pressionar o governador para que abra um novo canal de diálogo. Depois da assembléia, os policiais saíram em caminhada pelas ruas da cidade e encerraram o protesto na frente da SSP. Caso não haja avanços, a categoria promete paralisar as atividades.

Reajuste salarial, definição de carga horária e estabelecimento de nível superior para ingresso na corporação são as principais reivindicações dos policiais. O representante das associações, capitão Samuel, entende que “o processo de valorização da categoria passa por um reajuste salarial, onde os policiais militares passem a ter salários semelhantes aos dos policiais civis”. Em uma das faixas espalhadas pelo clube Cotinguiba, continha a informação de que enquanto um delegado ganha R$ 6,8 mil, um oficial da PM recebe R$ 1 mil. Já o salário base de um soldado militar é de R$ 450 e o dos agentes da Polícia Civil (PC) R$4 mil.



Categoria canta hino nacional em frente à SSP

Protesto

Quase dois mil policiais compareceram a assembléia desta quinta-feira. O espaço do Cotinguiba ficou pequeno para acomodar o grande contingente que manifestou revolta e descontentamento com a falta de avanço nos encontros realizados com o secretário Kércio Pinto e com o comandante da PM, coronel Magno Silvestre. “Estivemos reunidos por três meses com o secretário e ao final das negociações, ele afirmou não possuir poder de decisão quanto às demandas da categoria”, reclamou o sargento Vieira, da Caixa Beneficente da PM.

Em frente à SSP, os policiais militares cantaram o Hino Nacional e gritaram palavras de ordem por mudanças na forma como a segurança está sendo levada no Estado. O representante das associações, Edgar Meneses chamou a atenção para o fato de que o policial também faz parte da sociedade e deve ser respeitado. “A nossa luta é por reconhecimento e valorização”, ressaltou ele.




Policiais querem isonomia salarial com a Polícia Civil

Agenda

A movimentação dos policiais não foi exclusiva a esta quinta-feira. Em assembléia, eles votaram por uma extensa série de atos públicos que visam pressionar o Governo do Estado para que faça uma contra proposta. No dia 30 de março, a categoria irá à Assembléia Legislativa para pedir a criação de uma Comissão de Segurança Pública, para discutir o orçamento da pasta. No dia 02 de abril, eles realizam protesto em frente ao Palácio dos Despachos. A programação inclui ainda doação de sangue e queima do Soldo (em alusão a queima do Judas que acontece durante a Páscoa).

Vigília e nova assembléia

Dando continuidade aos protestos, os policiais realizam uma vigília de 24 horas em frente ao Palácio dos Despachos e para o dia 23 de abril, ficou marcada uma nova assembléia. “Caso não haja avanços, a categoria vai paralisar”, ressaltou o sargento Vieira. Em não havendo negociação, os policiais pretendem montar um acampamento permanente como forma de paralisação. Atualmente, existem mais de seis mil policiais militares e cerca de 800 bombeiros em Sergipe.
Fonte: site Infonet

CORONEL DA PM PEDE AFASTAMENTO DO CASO GIUSEPPE.

Clique no link abaixo e veja reportagem exibida na TV Sergipe no telejornal SE TV 2ª Edição:

http://emsergipe.globo.com/multimidia/?id=27282

ESTA É A SEGURANÇA PÚBLICA DA MUDANÇA.


quarta-feira, 25 de março de 2009

PM's e BM's AMEAÇAM AQUARTELAMENTO.

O clima de irritação é dominante entre bombeiros e policiais ligados às Associações Militares Unidas, que convocaram para amanhã, às 14h, no ginásio do Cotinguiba Esporte Clube, bairro 13 de Julho (zona sul de Aracaju), uma assembléia geral da categoria. A hipótese de aquartelamento das tropas, equivalente a um movimento de greve, passou a ser comentada abertamente entre a base e até entre os gestores das associações, embora eles neguem apoiar esta proposta.

A situação foi criada depois do encontro ocorrido anteontem entre o secretário da Segurança Pública, Kércio Silva Pinto, o comandante da Polícia Militar, coronel Alberto Magno Silvestre, e os lideres das entidades que representam oficiais e praças da PM e do Corpo de Bombeiros. Após duas horas de discussões, o secretário afirmou que as propostas de reajuste dos salários-base da categoria e de adequação de sua carga horária de 72 para 44 horas semanais ainda estão sob estudos das secretarias da Fazenda e da Administração, não havendo previsão para que uma resposta seja dada.

Ontem, os líderes das Associações Unidas consideraram que as negociações foram frustrantes, voltaram à estaca zero e demonstraram que o governo estadual permanece desvalorizando a classe policial. Esperávamos que o secretário apresentasse uma proposta concreta de reajuste, mas isso não aconteceu. Ele afirmou que não tem nenhum poder de decisão sobre o assunto, reclamou o sargento Jorge Vieira, afirmando que a falta de um prazo para o anúncio de uma resposta do governo torna grande a possibilidade de aquartelamento das tropas.

A idéia também foi comentada pelo capitão Samuel Alves Barreto, que fez uma ressalva quanto aos prejuízos a serem causados à sociedade com o aquartelamento e a falta de policiamento nas ruas. Isso vai fazer com que a sociedade vai ser penalizada, afirmou, acrescentando que a decisão a ser tomada na assembléia de amanhã será soberana. Ele também defende um reajuste salarial que seja equivalente ao concedido no ano passado pelo governo aos agentes e escrivães da Polícia Civil, além da exigência de nível superior como requisito para ingresso nas carreiras militares estaduais.

Pela proposta das Associações Militares Unidas, o salário-base de um soldado em início de carreira passaria de R$ 450 para R$ 2.700, enquanto o vencimento de um coronel passaria de R$ 4.500 para R$ 9 mil. O documento das associações também reivindica a exigência de nível superior para a carreira de policial e bombeiro militar e a definição da carga horária em 40 horas semanais, com pagamento de horas-extras.

SSP - Por outro lado, o secretário Kércio Pinto afirmou que a reunião foi produtiva e destacou que o interesse do Governo é continuar negociando com os policiais militares. Estamos conversando e analisando a medida mais viável para que as reivindicações da classe sejam atendidas, explicou Kércio.

Ele ressaltou que as propostas dos PM´s precisam ser analisadas, para que nenhuma decisão seja tomada sem um prévio estudo. A proposta do nível superior, por exemplo, deve ser estudada e nós defendemos que para o ingresso de oficiais seja exigido o nível superior, mas não para todos os níveis, ilustrou o secretário.

Quanto ao reajuste salarial, Kércio argumentou que antes da definição dos valores será necessário fazer um estudo de impacto na folha da SSP, junto ao Governo do Estado. Precisamos avaliar a proposta com as secretarias de Estado da Administração e da Fazenda, para que um valor seja estabelecido, esclareceu ele.

Fonte: Jornal do Dia

MAIS INSEGURANÇA EM ARACAJU; ESSA É A CARA DA NOSSA SSP.

Empresários apelam por segurança na área central

Visando promover ações que reduzam os constantes assaltos, arrombamentos e violência no centro comercial de Aracaju - mais conhecido como ´cracolância´ -, o presidente da Associação Comercial e Empresarial de Sergipe - ACESE - Sadí Gitz, convidará os comandantes da Polícia Militar e Polícia Civil, o Ministério Público Estadual, o Juizado da Infância e da Juventude, o Conselho Tutelar, Guarda Municipal e SMTT para participar de uma reunião.

A iniciativa surgiu a partir de uma reunião de diretoria da ACESE nesta terça-feira, quando um grupo de comerciantes, o capitão Wildes Pereira Cruz, representante da 1ª Companhia do 8º Batalhão, a qual é responsável pela segurança no centro da cidade e o Aspirante Lima conversaram sobre as dificuldades de segurança no local. Mesmo com o compromisso do Capitão Cruz em tomar algumas medidas que possam reduzir o impacto da violência no centro, e tentar junto ao Comando da PM outras ações, Sadí Gitz acredita que é melhor ampliar esta discussão para que juntos, os diversos órgãos possam tomar medidas que efetivamente diminuam a violência que vem vitimando os empresários nos últimos meses.

A expectativa é que a reunião traga indicativos de soluções para a falta de policiamento no centro de Aracaju, bem como para as constantes ações de crianças e adolescentes que usam drogas e realizam furtos e roubos no centro sem que a Polícia ou outros órgãos tomem providências. É lamentável ouvir estes relatos dos empresários e saber que temos crianças nas ruas, à mercê do caos social e sujeitos à dependência química, provocando pavor entre os empresários e não temos como resolver. Se a solução pode ser viabilizada pelo Ministério Público ou Juizado vamos buscar estas alternativas através desta reunião, mas não podemos cruzar os braços diante do que ouvimos aqui dos nossos associados, constata Sadi Gitz.

Para o presidente da ACESE, é inadmissível que a cada turno, apenas 20 homens façam a segurança do centro, e que a partir das 23 horas só duas viaturas façam ronda no centro. Isso significa que a partir das 23 horas, se houver uma ocorrência e as viaturas forem chamadas, o centro fica sem policiamento. Vamos fazer esta reunião e se os estes órgãos não se comprometerem a tomar medidas para reduzir estes índices, a Associação vai falar diretamente com o governador, mas temos de intervir na busca de uma solução, ressalta.

Entre as reivindicações para reforço da segurança no centro, os comerciantes pediram a reabertura do posto da Polícia que funcionava na Rodoviária Velha, viaturas em pontos estratégicos durante todo o dia, aumento da frota e do contingente de homens no centro, bem como uma determinação judicial para que os bares do centro só funcionem até às 22 horas.

Fonte: Jornal do Dia

VÍDEO NA TV SERGIPE! LIBERDADE DE EXPRESSÃO, DIREITO DE TODOS‏.

A ABSMSE e a ASSOMISE veicularão na TV Sergipe o vídeo "LIBERDADE DE EXPRESSÃO, DIREITO DE TODOS", em 07 inserções, nas datas abaixo descritas, para cada vez mais a sociedade sergipana tenha ciência da realidade por que passa os militares:

Dia 26, quinta-feira: SE TV 1ª Edição (1)
Dia 27, sexta-feira: SE TV 1ª Edição (1)
Dia 28, sábado: SE TV 1ª Edição (1) e SE TV 2ª Edição (1)
Dia 30, segunda-feira: SE TV 2ª Edição (1)
Dia 31, terça-feira: Bom Dia Brasil (1) e SE TV 2ª Edição (1)

Lembrem-se: JUNTOS SOMOS FORTES.

terça-feira, 24 de março de 2009

VEJAM O QUE O GOVERNO ESTÁ PENSANDO QUE OS POLICIAIS E BOMBEIROS MILITARES SÃO!

VAMOS MOSTRAR QUE NÃO SOMOS PALHAÇOS E QUE MERECEMOS RESPEITO.

O REPRESENTANTE DO GOVERNO DO ESTADO ESTÁ IGUAL A PAPEL HIGIÊNICO, ENROLANDO OS MILITARES.

PMs E BOMBEIROS COBRAM REAJUSTE E NÃO DESCARTAM AQUARTELAMENTO.

A situação da segurança em Sergipe já está crítica e pode ficar pior. É que a partir da próxima semana os policiais militares e bombeiros do Estado podem parar suas atividades. Eles estão indignados com a posição do Governo em relação as reivindicações da categoria. Segundo o presidente da Associação dos Oficiais Militares de Sergipe, Capitão Samuel Alves Barreto, na próxima assembléia que acontece na quinta-feira(26), às 16 horas ,no Cotinguiba Esporte Clube, todo o efetivo vai conhecer a posição do Governo e fazer a opção, mas o aquartelamento não está descartado.

"A categoria sente a necessidade de maior valorização e solicita reajuste salarial compatível com o recebido pela polícia civil ", disse Alves, acrescentando que também está solicitada a obrigatoriedade de curso superior para o soldado entrar na corporação e a definição da carga-horária, além de atualização do seguro de vida.

Durante reunião ocorrida na tarde de ontem,(23), entre representantes da policia militar com o secretário de Segurança Pública (SSP), Kércio Pinto, este não apresentou proposta significativa, pois informou não ter condições de negociar sem que seja realizado prévio estudo. "Já estavámos esperando uma contraproposta do Governo e nada foi colocado. A reunião foi frustrante", reclamou o capitão Samuel.

Cerca de 10 mil militares entre bombeiros e policiais, tanto da ativa quanto da reserva, estão envolvidos nesta situação de insatisfação profissional que já se alastra desde o começo deste ano e por conta deste impasse, de acordo com o capitão Samuel, a assembléia decidirá qual posição tomar não descartando a possibilidade de aquartelamento.

Fonte: site Atalaia Agora

A AUTORIDADE MAIOR DIZ QUE RESOLVERÁ TUDO NA TRANQUILIDADE E NA VERDADE NADA RESOLVE. CHEGA DE ENGODO E ENGANAÇÃO.



O GOVERNO SÓ PENSA EM ARRECADAR E TER DINHEIRO EM CAIXA, E OS MILITARES E FUNCIONALISMO PÚBLICO QUE SE LIXEM.



CRÔNICA DE UMA LEITORA.

Diante do crescimento da tensão entre os militares estaduais e o Governo do Estado de Sergipe, uma leitora, não-militar estadual, enviou para o e-mail do blog do Capitão Mano o seguinte texto, relativo ao possível aquartelamento a ocorrer:

"Esta noite tive um sonho. Sonho não, pesadelo...

Sonhei que a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros paralisaram suas atividades. Haviam TODOS se conscientizado de seu papel relevante dentro da estrutura social e resolveram buscar condições dignas de vida.

No meu pesadelo eu assistia ao Jornal pela manhã e via o caos em que se transformara nosso estado, tão famoso pela tranqüilidade histórica de seu povo.

Centenas de pessoas eram assaltadas, ônibus sendo depredados e queimados, pessoas faltando ao trabalho e estudantes não iam à escola pelo temor aos facínoras que se encontravam a solto nas ruas. Lembro que nos primeiros dias da manifestação não havia por parte da população o sentimento da falta da PM nas ruas, porém os dias foram passando e os marginais verificaram que a situação lhes era favorável.

Os serventuários da Secretaria de Justiça não tinham mais os PMs nas guaritas dos presídios e temeram pelas suas próprias vidas, deixando os presos fugirem. Os professores não se deslocavam para as escolas, nem públicas nem particulares, com medo de terem sua integridade física lesada. As autoridades políticas, judiciárias, empresariais e do Ministério Público tiveram sua segurança abandonada e também não compareciam a seus escritórios.

No meu sonho havia chuvas intensas que inundaram diversas cidades e que deixaram diversos desabrigados ao “Deus dará” do abandono. E onde se encontrava o Corpo de Bombeiros? Aquartelado junto com a Polícia Militar! Acidentes de trânsito com vítimas não tinham atendimento, incêndios de grandes proporções a estabelecimentos comerciais e prédios públicos pipocavam nas cidades e nenhuma ocorrência era atendida...

O trânsito estava caótico na área urbana e rodoviária. A arrecadação de impostos estaduais alcançou o nível mais baixo da história, pois não havia a presença dos barnabés da segurança pública nos postos da Secretaria da Fazenda. Hospitais estavam fechados...

Audiências judiciais foram suspensas, escoltas de preso anuladas, estupros, assassinatos e roubos não tinham mais controle...

Até o IML e o SAMU não estavam mais atendendo ocorrências por não terem mais o apoio da Polícia Militar nos locais de crimes e acidentes. Cadáveres apodreciam pelas ruas sem removimento e contabilização...

O governo pensou em mobilizar a Força Nacional de Segurança, mas esta é composta de policiais militares de todo o Brasil, que não aceitaram se voluntariar a “melar” um movimento de irmãos de farda que estão sendo achincalhados dentro da Secretaria de Segurança Pública.

O FANFARRÃO Secretário de Segurança Pública só fazia rir e mandou sua família para o Amazonas, para protegê-la da criminalidade crescente, coisa que a maioria da população sergipana não tem condições de fazer.

Nosso insigne governador só fazia delegar responsabilidades a terceiros, ficando incólume à situação, trabalhando alianças políticas, quando em um negro dia recebeu uma ligação telefônica informando-o de que uma de sua filhas fora estuprada após ser assaltada em um arrastão realizado em seu condomínio de classe média alta. Fora informado também que um primo fora assassinado e seu corpo se encontrava pendurado numa árvore de um manguezal da grande Aracaju. O edifício em que morava estava em chamas. O BANESE teve o maior assalto a banco da história do estado...

Neste dia ele percebeu a importância dos militares estaduais nas ruas e PESSOALMENTE convocou os representantes das tropas para lhes dar o básico, apenas o básico, que lhe fora solicitado e que já é o padrão dentro de outras instituições integrantes da SSP/SE:

1) Isonomia salarial dentro da SSP;
2) Nível superior para ingresso na PM;
3) Carga horária semanal definida.

No dia seguinte os militares voltaram ao serviço com força total e transformaram nosso estado em um referencial em Segurança Publica no país.

Acordei, liguei a TV e fui verificar se a situação de paralisação era real...

Aliviada, ao assistir o noticiário matutino, me deparei com a seguinte notícia:

'- Governador Marcelo Déda reconhece a importância dos militares estaduais e lhes concede direitos básicos inerentes a qualquer trabalhador comum. '

Lado a lado, Governador, comandante geral e presidente das Associações Unidas debatiam na TV as conquistas e os planos de melhoria de atendimento à sociedade.

Espero que as coisas acabem desta forma.

Atenciosamente,

DÉBORAH MENEZES FERREIRA
Contribuinte fiscal e eleitora (pago o salário do governador e também voto!)"

QUE DEUS NOS AJUDE E OLHE POR NÓS!

Fonte: www.capitãomano.blogspot.com

OS MILITARES AINDA ESTÃO SUJEITOS AOS "BICOS" PARA DAR UMA MELHOR CONDIÇÃO DE VIDA A SUA FAMÍLIA.

MARCELO DÉDA, DUAS CARAS?

Hoje toda a população faz a mesma pergunta: Quem é Marcelo Deda?Esse Marcelo Deda é o mesmo que usava uma camisa com os dizeres, “Não pise no meu piso?” É o mesmo que ia às ruas fazer manifestações salariais a favor dos professores e usava como argumento, O Governo tem bastante folga no orçamento? É o mesmo que viu os professores serem espancado pela polícia no governo de Valadares e hoje é seu maior aliado? É o mesmo que parava o estado com greves intermináveis dos professores junto com a Deputada Ana Lúcia que chegou a fazer até greve de fome? E agora, será que nos deparamos com outro Marcelo Deda, que na primeira manifestação (justa) dos professores a única coisa que faz é ameaçar cortar o ponto e colocar em julgamento a ilegalidade da manifestação e por ironia do destino coloca no colo do recente empossado o Desembargador Edson Ulisses que para quem não sabe é aquele que Marcelo Deda que fez o maior movimento e confusão na Eleição da OAB e por mais uma coincidência do destino o mesmo ganhou e foi nomeado entre seis concorrentes. Ah, e para não me esquecer eles ainda fazem parte da mesma família, será também coincidência? A decisão da ilegalidade da manifestação, julgada por Edson Ulisses, foi baseada em cima do prejuízo que sofreria o ano letivo, aí eu pergunto; Marcelo Deda quando fazia parte das manifestações e greves se preocupava com o prejuízo do ano letivo? A população Sergipana está bem confusa, não sabe se existe dois Marcelo Deda ou se ele tem duas caras.

Atenciosamente,

Ricardo Resende. (Por email)

Fonte: Blog do Radialista Eduardo Abril

segunda-feira, 23 de março de 2009

É HORA DE UNIÃO E LUTA. CHEGA DE ENGANAÇÃO.

Tem muitas autoridades "Pinóquio" em nosso Estado.

Hoje, dia 23, foi realizada mais uma rodada de negociação entre os Representantes do Governo do Estado e as Associações Unidas, visando melhores condições salariais e de trabalho para os militares sergipanos. O Governador alardeou em toda a imprensa que o Secretário de Segurança Pública, Dr. Kércio Pinto, seria o Representante Oficial do Estado, para fazer as negociações com a classe, porém o que se viu, foi que o Estado, através do seu representante legal, achou a proposta apresentada pela classe através das Associações Unidas inviável, porém não apresentou qualquer contra-proposta, mostrando claramente que o intuito do Governo é tentar "empurrar com a barriga" as reivindicações dos militares. Lamentavelmente este Governo que se diz de "mudança", na verdade não mudou nada, desmerecendo a classe dos militares e logo o Sr. Marcelo Déda, que quando era oposição, sempre pregou a valorização dos policiais e bombeiros militares. É Governador, quem te viu e quem te vê!

Por isso, convocamos toda a classe para comparecer em peso no próximo dia 26, quinta-feira, às 14:00 horas, à Assembléia Geral a ser realizada no Continguiba Esporte Clube, situado na Avenida Augusto Maynard, esquina com a Avenida Beira Mar, para mostrar ao Governo que os militares sergipanos estão unidos e que saberão lutar por suas reivindicações. Na assembléia serão deliberadas por toda a classe, quais as medidas que serão tomadas para que os militares tenham suas reivindicações atendidas por um governo insensível e que não mostrou interesse algum em negociar.
Não esqueça de convidar seus colegas de farda para irem à Assembléia Geral, pois unidos serem os fortes.

E lembrem-se que próximo ano haverão eleições. Vamos dar a devida resposta a quem não valoriza nossa classe.





INSATISFEITOS COM SSP, POLICIAIS MILITARES PODEM PARALISAR ATIVIDADES.



Representantes das Associações Unidas da Polícia Militar saíram insatisfeitos da reunião com o secretário Kércio Pinto, na tarde desta segunda-feira, 23

Reunião ocorreu na Caixa Beneficente da PMApós três meses de negociações com a Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP), os representantes das Associações Unidas da Polícia Militar afirmaram que voltaram a ‘estaca zero’. Em tom de insatisfação, o sargento Vieira e o cabo Palmeira reclamaram do posicionamento do secretário Kércio Pinto na reunião desta segunda-feira, 23. “O Governo não apresentou nenhuma proposta e a categoria poderá paralisar as atividades como forma de protesto”, afirmou o cabo.

Os policiais militares vinham negociando com a SSP desde o início do ano e já apresentaram aos representantes do Governo três propostas principais. Isonomia salarial com a Polícia Civil, estabelecimento de nível superior para ingresso na Polícia Militar (PM) e estabelecimento de carga horária são as principais reivindicações da categoria. “O que nós queremos é a valorização do policial militar, pois na atual conjuntura, sofre o profissional de Segurança Pública e sofre a sociedade”, ressaltou o sargento Vieira.

De acordo com ele, a expectativa da categoria era que o secretário Kércio Pinto apresentasse uma proposta de reajuste salarial. “Mas o secretário afirmou que não tem poder de decisão sobre o assunto e demonstrou que não tem condições de permanecer à frente da SSP”, criticou o sargento. Além disso, ele reclamou da falta de perspectivas de resposta do Governo. “Não há prazo para o anúncio de uma proposta por parte da SSP e por isso, a possibilidade de aquartelamento é grande”, ressaltou Vieira.

“Queremos manter o diálogo”

O secretário Kércio Pinto afirmou que a reunião foi produtiva e destacou que o interesse do Governo é continuar negociando com os policiais militares. “Estamos conversando e analisando a medida mais viável para que as reivindicações da classe sejam atendidas”, explicou Kércio.

Ele ressaltou que as propostas dos PM’s precisam ser analisadas, para que nenhuma decisão seja tomada sem um prévio estudo. “A proposta do nível superior, por exemplo, deve ser estudada e nós defendemos que para o ingresso de oficiais seja exigido o nível superior, mas não para todos os níveis”, ilustrou o secretário.

Quanto ao reajuste salarial, Kércio argumentou que antes da definição dos valores será necessário fazer um estudo de impacto na folha da SSP, junto ao Governo do Estado. “Precisamos avaliar a proposta com as secretarias de Estado da Administração e da Fazenda, para que um valor seja estabelecido”, esclareceu ele.

Paralisação

Na próxima quinta-feira, 26, os policiais militares estarão reunidos em assembléia no Clube do Cotinguiba, a partir das 14h, para debater sobre o andamento das negociações com o Governo e votar uma possível paralisação da categoria. Atualmente, existem cerca de 7 mil policiais militares atuando em Sergipe.
Fonte: site Infonet

PEC 330, TODOS PELA APROVAÇÃO.


domingo, 22 de março de 2009

NOTA DE ESCLARECIMENTO.

A ABSMSE criou o vídeo "LIBERDADE DE EXPRESSÃO, DIREITO DE TODOS" com o objetivo de mostrar a realidade dos militares sergipanos.

Ocorre que, no site Ne Notícias, consta o vídeo com a informação de que teria sido enviada pela Associação e que tal vídeo seria da PM/SE.

Esclarecemos que o vídeo foi divulgado na TV Atalaia, na página da ABSMSE e no You Tube, sendo o mesmo feito pela ABSMSE e não pela PM/SE, bem como, não foi enviado por esta Associação para o Ne Notícias, como encontra-se veiculado naquele site.

Não somos contra quem divulga o vídeo e até agradecemos pela atenção, mas solicitamos que as informações constantes sejam verdadeiras.

CASO GIUSEPPE: CORONÉIS SÃO ACUSADOS DE TEREM SUPOSTAMENTE FORJADO DOCUMENTO.

O promotor Jarbas Adelino Júnior, representante do Ministério Público na Auditoria Militar do Tribunal de Justiça, confirmou na última sexta-feira que investiga a suposta falsificação de um documento usado no processo de reintegração do soldado Giusepe do Amaral Carvalho, 48 anos, acusado de cometer mais de 40 assassinatos no estado de Pernambuco, que escapou do Presídio Militar (Presmil) em 10 de fevereiro deste ano. Ele fora afastado da corporação depois de desertar por quase 20 anos, mas reintegrado aos quadros da PM em fevereiro de 2006.

Segundo denúncia divulgada na imprensa sergipana também na sexta-feira, pela manhã, os coronéis José Anselmo Santos e Adilson Barros Meira, comandante e subcomandante da PM na época, teriam forjado uma decisão judicial que consta no ofício 80/2006 da Procuradoria Geral do Estado e afirma que Giusepe deveria ser reintegrado por decisão do juízo da 18ª Vara Cível de Aracaju.

Ainda segundo a denúncia, a juíza substituta da 18ª Vara, Karina Torres Gouveia Marroquim, informou em ofício que não há nenhuma sentença na respectiva Vara determinando, ao Comando Geral da PM, a reintegração do policial. Outro documento, assinado pelo procurador-geral do Estado, Márcio Leite de Rezende, informa que o ofício 80/2006 se trata, na verdade, da reintegração do cabo PM Hunaldo Procópio de Jesus, não fazendo qualquer menção ao soldado PM Giusepe Amaral.

A suposta adulteração foi descoberta durante o inquérito aberto pelo MP para apurar a situação profissional de Giusepe, que era lotado no 2º Batalhão da PM (Propriá), mesmo fixando residência em Recife (PE), onde comandava um grupo de extermínio. A pessoa que fez isso se utilizou do ofício para fazer a ilegal reintegração do soldado. Ele não poderia ser reintegrado porque já teria completado a idade limite para reingresso no serviço militar, que é de 45 anos, disse Jarbas.

O chefe de relações-públicas da PM, coronel José Carlos Pedroso, afirma que a reintegração de militares após a deserção dispensa decisões judiciais e que Giusepe se apresentou voluntariamente no Presídio Militar, onde ficou preso por 60 dias. A Auditoria foi comunicada da situação dele e decidiu pelo arquivamento do processo. Após isso, Giusepe foi reintegrado e passou a servir normalmente como soldado, disse Pedroso, que se negou a comentar a denúncia de suposta falsificação de documento, denunciada em emissora de rádio.

Fonte: Jornal do Dia

MENDONÇA PRADO APRESENTA PARECER FAVORÁVEL A PEC 300.

Para ele uma boa política salarial é ainda a única compensação para os perigos que enfrentam os policiais.

O deputado federal Mendonça Prado (DEM/SE) apresentou na Comissão de Constituição e Justiça um parecer favorável a PEC 300, que determina o aumento salarial para a Polícia Militar. A Proposta de autoria do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB/SP) que a remuneração nos estados não deve ser inferior ao da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiro Militar do Distrito Federal. A proposta destaca a atual situação de insegurança pública no Brasil, argumentando que uma boa política salarial é ainda a única compensação para os perigos que enfrentam os profissionais da atividade policial. Os integrantes das corporações estaduais não têm direito a FGTS, aviso prévio, pagamento de horas-extras, adicional noturno e direito de greve. Em seu parecer, Mendonça Prado verificou que a PEC é constitucional. “Não estando o país sob estado de sítio, estado de defesa nem intervenção federal, concluímos nosso voto no sentido da admissibilidade da Proposta de Emenda à Constituição nº. 300, de 2008”.

sexta-feira, 20 de março de 2009

VEJA O DEPOIMENTO DO CEL. ANSELMO NO CASO GUISEPPE

A Policia Militar de Sergipe abriu inquérito policial militar para apurar a possibilidade de participação de oficiais na fuga do soldado Giuseppe do presídio militar. Nessa fase o Cel Manoel Messias dos Anjos, encarregado do IPM, ouviu os coronéis Anselmo, Meira e Aurelino.Confira a seguir o depoimento prestado pelo Cel. Anselmo e todos os detalhes do desentendimento que houve quando o Coronel foi obrigado a entregar a pistola que portava.

O blog teve acesso com exclusividade aos depoimentos.

Leia na integra:

* Click em cima do texto para aumentar a letra.















Fonte: Blog do radialista Eduardo Abril

PRADO APÓIA CRIAÇÃO POLÍCIA PENITENCIÁRIA.

O deputado federal Mendonça Prado (DEM/SE) está trabalhando para que PEC 308/2004 que cria a Polícia Penal federal e estaduais seja votada o mais breve possível em Plenário. A Proposta já foi aprovada em todas as comissões. Com a aprovação dessa PEC, só em Sergipe, 600 PMs deixarão o presídio e voltarão a atuar nas ruas.

Para discutir o assunto, Mendonça Prado recebeu ontem em seu gabinete o presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários de Sergipe, Edilson Souza. “Essa Proposta é muito importante principalmente para a sociedade porque vai possibilitar o retorno dos policiais militares para as ruas, melhorando a segurança”, afirma Edilson Sousa, acrescentando que para preencher essas vagas, será necessário concurso.

Segundo Mendonça Prado, atualmente, a categoria não é reconhecida constitucionalmente quanto as demais instituições de Segurança Pública, previstas no artigo 144 da Constituição Federal. “Com a aprovação e criação da Polícia Penal, os agentes ganham o reconhecimento e a legitimidade para exercerem a função, inclusive, com poder de polícia”, informa. Já que temos a custódia do preso, poderíamos desempenhar o papel da Polícia Civil, fazendo escoltas, elaborando Boletins de Ocorrência e aferindo drogas apreendidas, acrescenta Edilson Souza.

Mais de 10 mil pessoas assinaram o apoio à PEC que tem o objetivo de sensibilizar o Congresso. No abaixo-assinado eletrônico, qualquer cidadão, agente penitenciário ou não, pode assinar e pedir pela aprovação da Proposta de Emenda Constitucional que cria a Polícia Penal. Para assinar basta acessar o site www.sindasp.org.br e já na primeira página clicar na logo Assinatura Digital.

Fonte: site faxaju

FALTA DE ESTRUTURA NAS DELEGACIAS DO INTERIOR.

Clique no link abaixo e veja a reportagem exibida pela TV Sergipe, no telejornal SE TV 2ª Edição, no dia 19/03/2009, mostrando a realidade das delegacias do interior que não possuem estrutura adequada para funcionar:

http://emsergipe.globo.com/multimidia/?id=27116

E AINDA DIZEM QUE É O GOVERNO DAS MUDANÇAS! PARA PIOR É CLARO.