domingo, 27 de fevereiro de 2011

A ABSMSE PARABENIZA A POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SERGIPE PELOS SEUS 176 ANOS DE VIDA QUE ORGULHA A TODOS OS SERGIPANOS.

A ABSMSE gostaria de parabenizar a Polícia Militar do Estado de Sergipe por completar 176 anos de vida, bem como, todos os membros desta briosa Corporação que fazem dela um orgulho para o nosso Estado e para nosso País.

A Polícia Militar de Sergipe (PMSE) tem por função primordial o policiamento ostensivo e a preservação da ordem pública no Estado do Sergipe. Ela é Força Auxiliar e Reserva do Exército Brasileiro, e integra o Sistema de Segurança Pública e Defesa Social do Brasil. Seus integrantes são denominados Militares dos Estados, assim como os membros do Corpo de Bombeiros Militares de Sergipe.






História

A PMSE foi criada em 1835 com a denominação de Corpo Policial da Província. O efetivo inicial era duzentos integrantes; sendo oito de policiamento montado. Historicamente a Corporação seguiu o mesmo percurso das demais Polícias Militares. Em 1917 passou a Força Auxiliar do Exército. E em 1920[7] foi reestruturada como um Batalhão Policial, com uma Seção de Bombeiros. A partir de 1946 passou a desenvolver a configuração atual, constituindo progressivamente as atuais modalidades de policiamento. A Polícia Militar do Estado de Sergipe participou da Guerra do Paraguai, da Guerra de Canudos, da Revolução de 1932 e do Combate ao Cangaço.

O Brasão da PMSE


Descrição heráldica

Escudo inglês, palado, estilizado, tendo como ornato exterior uma coroa em ouro, representando o Império do Brasil. Partição esquartelada, com subpartições cujas cores representam a Bandeira do Estado de Sergipe. Encimando o ângulo do meio do Chefe, encontram-se peças representativas da sigla da Polícia Militar do Estado de Sergipe (PMSE). No ângulo sinistro da ponta encontram-se figuras astronômicas representadas por cinco estrelas de cor branca, evocando a foz dos principais rios de Sergipe. No ângulo destro da ponta encontram-se as peças representativas da data de criação da Corporação (28/02/1835). Em abismo encontra-se uma peça móvel de branco com forma de contorno, representando o território do Estado de Sergipe. Sobre esta peça estão dispostas duas figuras artificiais sobrepostas: uma representando as Armas do Estado - um balão contendo a palavra PORVIR em fundo azul, evocando o futuro, outra em amarelo caracterizando o símbolo básico das Polícias Militares - duas pistolas cruzadas.

Homenageando a Polícia Militar do Estado de Sergipe, homenageamos cada policial militar onde quer que se encontre neste Estado, em defesa da sociedade sergipana.  Por isso homenagemos todos com a mensagem abaixo:

Como policial militar, enfrentei o maior choque cultural da minha vida, ao ter de argumentar com todo tipo de pessoas, do mendigo ao magistrado, entrar em todo tipo de ambiente, do meretrício ao monastério.

Como policial militar, fui parteiro, quando não dava tempo de levar as grávidas ao hospital, na madrugada.

Como policial militar, fui psicólogo, quando um colega discutia com a esposa, diante da incompreensão dela, às vezes, com a profissão do marido.

Como policial militar, fui assistente social, quando tinha de confortar a mãe de alguma vítima assassinada por não possuir algo de valor que o assaltante pudesse levar.

Como policial militar, fui borracheiro e mecânico, ao socorrer idosos e deficientes com pneus furados.

Como policial militar, fui pedreiro, ao participar de mutirões para reconstruir casas destruídas por enchentes.

Como policial militar, fui paramédico fracassado, ao ver um colega ir a óbito a bordo da viatura.

Como policial militar, fui paramédico realizado, ao retirar uma espinha de peixe da garganta de uma criança.

Como policial militar, fui apedrejado por estudantes da mesma escola na qual estudei e fui professor, por pessoas do mesmo grêmio do qual participei.

Como policial militar, fui obrigado a me tornar gladiador em arenas repletas de terroristas que são membros de torcidas organizadas, em jogos de times pelos quais nem torço.

Como policial militar, sobrevivi a cinco graves acidentes com viaturas, nunca a menos de 120km/h, na ânsia de chegar rápido àquela residência onde a moça estava sendo estuprada ou na qual um idoso estava sendo espancado.

Como policial militar, fui juiz da vara cível, apaziguando ânimos de maridos e mulheres exaltados, que após a raiva uniam-se novamente e voltavam-se contra a polícia.

Como policial militar, fui atropelado numa blitz por um desses cidadãos que, por medo da polícia, afundou o pé no acelerador e passou por cima de vários colegas.

Como policial militar, arrisquei-me a contrair vários tipos de doenças, ao banhar-me com o sangue de vítimas às quais não conhecia, mas que tinha obrigação de tentar salvar.

Como policial militar, arrisquei contaminar toda a minha família com os mesmos tipos de doenças, pois, ao chegar em casa, minha esposa era a primeira a me abraçar, nunca se importando com o cheiro acre de sangue alheio, nem com as manchas que tinha de lavar do uniforme.

Como policial militar, fui juiz de pequenas causas, quando, em minha folga, alguns vizinhos me procuravam para resolver seus problemas.

Como policial militar, fui advogado, separando, na hora da prisão, os verdadeiros delinquentes dos "laranjas", quando poderia tê-los posto no mesmo "barco".

Como policial militar, fui o homem que quase perdeu a razão, ao flagrar um pai estuprando uma filha, enquanto a mãe o defendia.

Como policial militar, fui guardião de mortos por horas a fio, sob o sol, a chuva e a neblina, à espera do rabecão, que, já lotado, encontrava dificuldade para galgar uma duna mais alta, ou para penetrar numa mata mais densa.

Como policial militar, fiquei revoltado ao necessitar de um leito para minha esposa parir e, ao chegar ao hospital da polícia, deparar-me com um traficante sendo operado por um médico particular.

Como policial militar, fui o cara que mudou todos os hábitos para sempre, andando em estado de alerta 25 horas por dia, sempre com um olho no peixe e o outro no gato, confiando desconfiado.

Como policial militar, fui xingado, agredido, discriminado, vaiado, humilhado, espancado, rejeitado, incompreendido.

Na hora do bônus, esquecido; na hora do ônus, convocado.

Tive de tomar, em frações de segundo, decisões que os julgadores, no conforto de seus gabinetes, tiveram meses para analisar e julgar.

E mesmo hoje, calejado, ainda me deparo com coisas que me surpreendem, pois afinal ainda sou humano.

Não queria passar pelo que passei, mas fui voluntário, ninguém me laçou e me enfiou dentro de uma farda, né!?

Observando-se por essa ótica, é fácil ser dito por quem está "de fora" que minha opinião não importa, ou que, simplesmente, não existe.

Amo o que faço e o faço porque amo.

Texto (Tião Ferreira)

5 comentários:

Anônimo disse...

QUE IMPOCRESIA DO SGT. VIEIRA EDGAR, CABO PALMEIRA, FALAM TANTO MAL DA COORPORAÇÃO AGORA ELOGIA.
OBS: TEN. TOLEDO TA CALADINHO,COMENDO O DIMDIM DA CAIXA, E OS SOCIOS PRALA DE BAGDA.

oficial revoltado disse...

sera que um dia a caixa vai ser dos sócio, pois essa dupla de sargento esta deixando tudo tremendo, até a financia da caixa estar tremendo, pois foi o subtenente almeida que já ganhando as açoes contra a caixa, quando trocaram o Estatuto, cade o cel do bombeira alcantra moura, samente vai para caixa recebe o seu salario , le sinesio e agora um sgt ailton, que nunca trabalhou e recebe direto o salario, der uma carona a ele de viatura do detran, vamos cobrar de toleto,pois ele é o representante dos oficiais, que vergonha pericles agora vc mostrou que é fraco abandonou e colocou um ainda corvade.

Anônimo disse...

Os dois comentários mostra claramente a paixão reprimida pelos sgts vieira e edgard kkkkkk

Anônimo disse...

Estava em uma casa de frente para a casa de show Subúrbia. Neste domingo aconteceu a festa "Lavagem do Subúrbia" (coisa de baiano). Simplesmente fecharam a rua lateral e colocaram dois trios elétricos. O problema é que ali é uma área residencial e mais cedo ou mais tarde alguém iria reclamar, e com razão.
Por volta das 22:00h o cantor que se acha a "Estrela da Bahia" André Lélis anunciou que a POLÍCIA mandou diminuir o som. Deu um "piti" e pediu um coro de vaias acrescentando que: "na Bahia isso não acontece. Se fosse pra acontecer isso era melhor nem ter a festa".
Resultado: desligaram o trio e a festa parou, continuando apenas o som na parte interna do estabelecimento, este sim munido do devido isolamento acústico.

Anônimo disse...

SER POLICIAL MILITAR É SER UMA PIADA, DESCULPE A SINCERIDADE MAIS É ASSIM QUE EU VEJO ESSA POLÍCIA.