sábado, 12 de fevereiro de 2011

DEPUTADO CAPITÃO SAMUEL É IMPEDIDO DE ENTRAR NO QUARTEL DO CORPO BOMBEIROS.

O deputado estadual capitão Samuel Barreto, acompanhado do gestor da Associação dos Servidores Militares do estado de Sergipe (ABSMSE), sargento Jorge Vieira, foram impedidos de entrar no quartel do Corpo de Bombeiros.

Na noite da ultima quinta-feira (10), o deputado foi ao quartel do CB visitar o colega e também capitão Hector, que se encontra preso, acusado de “indisciplina”, por ter solicitado ajuda financeira à ABSMSE quando realizava um curso em Alagoas. Para prestar solidariedade, Samuel chegou ao quartel e pediu permissão para visitar o colega, porem recebeu como resposta que o comando havia proibido a sua entrada, ou seja, o capitão Hector não poderia receber visita.

A atitude do comando acabou por revoltar o parlamentar que indignado, reclamou o seu direito, como militar e também parlamentar. “É lamentável a atitude tomada pelo comandante da corporação. Estamos vivendo uma verdadeira ditadura. Onde já se viu um preso militar ser proibido de receber visita, ainda mais nesse caso onde o militar é inocente e foi punido injustamente”, reclamou o deputado Samuel Barreto.

Para Vieira, alem de arbitrária, a posição adotada pelo comandante, mostra que este não tem condições de comandar uma unidade. Segundo Vieira, essa atitude prova que há dentro da corporação, um regime ditatorial e não militar. “Nós ficamos revoltados. Fomos apenas prestar solidariedade a um companheiro que como eu, foi punido injustamente e para nossa surpresa, fomos barrados no portão de entrada. Isso é ou não uma ditadura?”, questionou Vieira.

Vieira enfatiza que o comando do Corpo de Bombeiros deveria se preocupar com o cumprimento do TAC firmado no Ministério Público, referente a aquisição da escada magirus e a construção de um quartel na Orla de Atalaia, "que pelo andar da carruagem não será cumprido", diz o gestor da ABSMSE.

Fonte: Faxaju (Munir Darrage)

2 comentários:

Vlademir Assis disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Vlademir Assis disse...

Amigos acionem a OAB, o Ministério Público, os órgãos de defesa dos direitos humanos e tudo mais. Não é permitida a incomunicabilidade, além disso o deputado é membro de um poder, não ser "barrado" num órgão público dessa forma.