quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

MILITARES NÃO QUEREM VER GILMAR DEPUTADO.

Diante de tanto desconforto de ambas as partes, os policiais militares decidiram entrar com uma representação junto ao Tribunal Regional Eleitoral - TRE - para que Gilmar Carvalho perca o seu mandato na Assembleia Legislativa. Para eles, o mandato a ser ocupado pelo suplente é do partido e não da coligação, que o foi o que ocorreu com Gilmar Carvalho.

A Caixa Beneficente da Polícia Militar e a Assomise ingressaram juntas com esta ação. "Oficializamos o TRE para que cumpra decisão do STF que entende que a vaga de um deputado deve ser suprida por outro do mesmo partido e não da coligação", afirmou o sargento Jorge Vieira.

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal - STF -, entendeu que a substituição do parlamentar que deixa a Câmara para assumir postos no Executivo deve ser feita por suplente do mesmo partido, e não por suplente de coligação partidária, como aconteceu na Assembleia Legislativa de Sergipe.

"Discordamos do que foi feito em Sergipe, por isso nossos advogados entraram com essa representação junto ao TRE", afirmou o major Adriano Reis. O oficial afirmou que Gilmar mistura as coisas ao dizer no rádio que tem imunidade parlamentar e pode falar o que quiser. "Ele deveria saber que a imunidade é em razão da função do mandato que ele exerce e da atividade de deputado, mas no rádio ele é jornalista", afirma Adriano.

Fonte:  Cinform (Flávio Viana)

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