domingo, 24 de abril de 2011

CIOSP É ACIONADO PARA ATENDER MENOR E APÓS MAIS DE UMA HORA, NADA É FEITO.

O CIOSP, volta a ser alvo de reclamação, quanto a demora no atendimento das ocorrências registradas.

Na manha deste sábado (23), uma criança aparentando ter entre 10 e 12 anos, e visivelmente drogada (sonolenta), se encontrava em frente ao mercado municipal Albano Franco, chamando a atenção de todos pelo estado sonolento em que se encontrava.

A reportagem do FAXAJU, que havia voltado ao local, após denunciar a falta de policiamento no mercado, acabou presenciando uma cena que chamou a atenção de todos, principalmente dos turistas que se encontravam no mercado.

Por volta das 10 horas de hoje, uma criança aparentando ter entre 10m e 12 anos, se aproximou das lanchonetes localizadas em frente do mercado e após pedir um pedaço de carne, sentou-se em frente a uma das portas de entradas do mercado, passando a ser alvo de chacota de quem passava pelo local, já que “comia a carne dormindo e deixando cair ao chão”, e isso chamava a atenção de todos.

Ao ver a situação da criança, o repórter do FAXAJU acionou o CIOSP, contando o que estava acontecendo. O jornalista comunicou a situação e pediu providencias. Segundo a atendente, a situação seria resolvida em pouco tempo, porem após mais de uma hora, sem que nada fosse feito, o repórter voltou a entrar em contado com o CIOSP, e outra atendente, passou o numero do Conselho Tutelar, (08000791400). Imediatamente o repórter acionou o numero, porem ouviu uma gravação que dizia “o numero acessado não pode ser acionado por essa área geográfica”, o que acabou gerando revolta das pessoas que se encontravam no local e acompanhavam o trabalho do jornalista.

Por não obter atendimento, o repórter insistiu com o CIOSP, e solicitou que anotassem o numero de seu telefone, para em caso de “alguma solução”, ele fosse informado. Isso acabou gerando um espanto ao jornalista, ao ser informado que seu numero já estava registrado, porem o nome dado não era o mesmo seu. Ai restou uma pergunta, ou os atendentes estão perdidos ou não estão dando a devida atenção às denuncias recebidas.

Ao deixar o local, o jornalista voltou a tentar contado com um outro numero que segundo informações do CIOSP, seria do Conselho Tutelar, o 100, porem este também está indisponível para reclamações.

As pessoas que passavam pelo local, ficaram assustadas com o estado em que se encontrava o menino e todos, comentavam “onde estava o conselho tutelar de Aracaju”. Ninguém soube responder, nem mesmo o CIOSP.

Ao notar a ação do jornalista em tentar resolver a situação do menor, a dona de casa, Maria Cristina de Jesus, 46 anos, moradora da Atalia, sentiu-se revoltada e questionou. “Será que se fosse o filho de uma autoridade, a policia, conselho tutelar ou sei la quem, não vinha correndo para resolver a situação. Isso não é certo e eu quero parabenizar o jornalista por seu trabalho, só que não acredito que vão fazer alguma coisa. Eu acompanhei tudo e ninguém faz nada”, disse a dona de casa.

Ate o momento da postagem dessa matéria, não foi possível contado com ninguém “responsável por um menor abandonado e viciado, à mercê de sua própria sorte”.

Fonte: Faxaju (Munir Darrage)

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