domingo, 10 de abril de 2011

FLORO CALHEIROS É MORTO EM TROCA DE TIROS COM A POLICIA FEDERAL E PM NO TOCANTINS.

Foto:  Divulgação/Polícia Rodoviária de Barreiras/Bahia

O foragido Floro Calheiros foi morto em troca de tiros com a Policia Rodoviária Federal e Policia Militar do estado do Tocantins, na madrugada desta domingo, após fugir do cerco policial e se deslocar para o estado da Bahia. Floro estava em companhia de seus dois filhos e de capangas, alem de um sobrinho, que também morreu. O pistoleiro morto com Floro foi idenficado como sendo Rafale Costa Borges, o Bala.

No primeiro encontro com a Policia, Floro conseguiu fugir porem logo depois, novamente em troca de tiros com a policia, já no estado da Bahia, Floro, um sobrinho e um capanga foram mortos. Fábio Calheiros, foi baleado e está internado em um hospital no município de Gurupi, próximo a Tocantins.

Floro e os comparsas estavam em uma caminhonete Triton preta, de placa MWY 1560 (Gurupi-TO), quando perceberem a ação e tentaram fugir. Houve troca de tiros e os bandidos foram atingidos. Os mortos foram identificados como Floro Calheiros Barbosa, Fábio Calheiros Barbosa e Lucas Calheiros Barbosa.

A informação foi repassada e um cerco policial montado por policiais federais enquanto os civis e militares faziam a perseguição. Na entrada de Barreiras, na Bahia, ele foi interceptado e começou a efetuar disparos em direção das polícias. Houve troca de tiros e Floro e o sobrinho morreram no local, enquanto o filho ficou gravemente ferido.

Quem é - Floro Barbosa Calheiros é alagoano e vivia da agiotagem, sendo considerado foragido da Justiça de Sergipe, também conhecido como “Ricardo Alagoano”, seria o mandante do assassinato do empresário e ex-deputado estadual baiano Maurício Cotrim Guimarães, 59 anos, crime ocorrido no dia 14 de setembro do ano passado, enquanto caminhava numa praça na cidade de Itamaraju, sul do Estado da Bahia.

O pistoleiro Alemão, preso em Sergipe, confessou vários crimes a mando de Floro. Um deles praticado em Canindé de São Francisco, em Sergipe, quando, segundo revelou, matou “um homossexual por divergências políticas de Ricardo Alagoano com a vítima”.

Alemão ainda confessou ter matado, também em Canindé de São Francisco, um segurança de nome Josvaldo, também a mando do próprio Floro Calheiros. O agiota foragido chegou a ser destaque, em 2003, no programa “Linha Direta”, da Rede Globo, por comandar crimes de mando em Sergipe, na Bahia. Alagoas e em Rondônia. Na época, ele foi apontado como um dos mandantes do assassinato do deputado estadual Joaldo Barbosa, o Nego da Farmácia, em janeiro de 2003.

Floro Calheiros tembém é acusado de ter matado a ex-mulher Maria Paulina dos Santos, no Estado de Alagoas

Mortos da suposta lista – Maurício Cotrim Guimarães, 59 anos – Ex-deputado, proprietário da Cerâmica Gatto, foi assassinado com cinco tiros, no dia 14 de setembro de 2007, na Praça Dois de Julho, em Itamaraju, enquanto fazia caminhada.

Estácio Silva Gomes, 53 anos – Empresário que ajudou as investigações sobre o caso tomarem novo rumo, foi assassinado em 18 de novembro do ano passado, em companhia de seu filho, o estudante de Direito, João Paulo Gomes Silva, 26, no Centro de Teixeira de Freitas.

João Paulo Gomes Silva, 26 anos – Filho do empresário Estácio Gomes, morto junto com ele, em frente ao estabelecimento comercial da família, em Teixeira de Freitas.

Antônio Medeiros, o “Alemão” - Depois de várias reviravoltas no crime, confessou ter matado Cotrim, juntamente com outro pistoleiro, Fábio Alves dos Santos, o “Roque”. Foi preso em casa, na cidade de Eunápolis. Ele ficou sete meses preso, parte deles na sede da Polícia Civil, em Salvador, mas foi solto por falta de provas, em junho do ano passado, onde garantiu que confessou os crimes porque sofreu torturas na prisão e prometeu entrar com processo contra o Estado da Bahia. “Alemão’” foi libertado depois de a polícia concluir que foram três irmãos ciganos que contrataram pistoleiros para realizar o crime.

Ele confessou ainda as mortes do gerente da Cabana Axé Moi, José Carlos Silva Moraes (o Carlinhos do Axé Moi), do bicheiro Djair Eloy, em Eunápolis e do traficante “Toninho”, de Teixeira de Freitas. Já em Sergipe, ele confessou ter assassinado em Canindé do São Francisco, um homossexual que a polícia suspeita ser o radialista Cazuza, morto em março de 2000, bem como o segurança de prenome Josvaldo. Alemão foi assassinado com um tiro na nuca no dia 1º de fevereiro 2009 em Eunápolis.

Paulo Pereira da Anunciação, 36 – Pistoleiro morto em Porto Seguro, na mesma noite em que ‘Alemão’ foi executado. A polícia acredita que ele tenha participado da morte de ‘Alemão’ e foi eliminado em seguida pelos próprios contratantes, como queima de arquivo.

Maria Angelina Nogueira Guimarães ou Regina Cotrim, 54 anos - Viúva do ex-deputado Maurício Cotrim, foi assassinada na noite do dia 28 de fevereiro, com cinco tiros, por volta das 22h, na presença das duas filhas, em frente ao Restaurante e Pizzaria Lofty, na Avenida Getúlio Vargas, no bairro Castelo Branco, na cidade de Teixeira de Freitas. Ela cobrava providência das autoridades sobre a investigação da morte do deputado. De acordo com ela, Cotrim tomou R$ 100 mil nas mãos de ciganos, em 2004, a pedido de Frei Dilson Santiago (PT), então candidato e atual prefeito, que se comprometeu a quitar o débito com 10 cheques de R$ 28 mil cada.

Nesta segunda-feira, 10, haverá uma coletiva de imprensa com os policiais que participaram da ação para falar sobre o caso.

Fonte:  Faxaju (Munir Darrage)

5 comentários:

Anônimo disse...

FONTE: www.generaldepolicia.blogspot.com

Grande oportunidade para todos!!!

Por que General de Polícia?

Substitutivo nº 1 ao Projeto de lei Complementar nº 45, de 2007
SL Nº 174, de 2007

O Projeto de Lei Complementar em epígrafe passa a ter a seguinte redação:

“Dispõe sobre o apostilamento ao posto ou graduação imediatamente superior de militar do Estado e dá providências correlatas.

A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO DECRETA:

Artigo 1º - Fica o Poder Executivo autorizado a apostilar, a pedido, o militar do Estado de São Paulo, ao passar para a inatividade, o seu título no posto ou graduação imediatamente superior ao que ocupava na ativa, desde que conte pelo menos 30 (trinta) anos de efetivo exercício na Corporação.

§1º - O apostilamento previsto neste artigo dar-se-á independentemente da existência de vaga, interstício ou habilitação em cursos, ainda que inexista no seu respectivo Quadro o posto ou graduação em que deverá ser apostilado.

§ 2º - O disposto neste artigo aplica-se ao Coronel PM, que fará jus ao acréscimo em seus vencimentos do valor correspondente a 5% (cinco por cento) do padrão de seu posto.

Artigo 2º - O direito previsto no artigo anterior deverá ser requerido pelo militar do Estado concomitantemente com sua passagem para a inatividade da Polícia Militar.

Artigo 3º - Fará jus ao apostilamento de seu título no posto ou graduação imediatamente superior ao que ocupava na ativa o Oficial da Polícia Militar do Estado de São Paulo que tenha sido transferido para a reserva, a pedido, no período de 30 de dezembro de 1991 até 90 (noventa) dias após a data de publicação da presente lei complementar e que não tenha sido beneficiado por promoção ou apostilamento de seu título na inatividade, inclusive decorrente dos artigos 29 e 30 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição Estadual ou da Lei Complementar nº 418, de 24 de outubro de 1985, mediante ato da Administração ou de sentença judicial.

Artigo 4º - Autoriza a criação do posto de General de Polícia Militar do Estado de São Paulo, destinado ao cargo de provimento em comissão de Comandante Geral da Corporação, ocupado por Coronel PM, da ativa, pertencente ao Quadro de Oficiais Policiais Militares (QOPM) ou do Quadro de Oficiais de Polícia Feminina (QOPF). Continua ...

Anônimo disse...

§ 1º - Faz jus ao posto de General de Polícia Militar, na inatividade, o Coronel PM que exercer o cargo em comissão de Comandante Geral da Polícia Militar do Estado de São Paulo por período, no mínimo, de 04 (quatro) anos.

§ 2º - A compulsória, para fins de inatividade, para General de Polícia Militar, no exercício do cargo em comissão de Comandante Geral da Polícia Militar do Estado de São Paulo fica fixada em 70 (setenta) anos de idade.

Artigo 5º - As despesas decorrentes da aplicação desta lei complementar correrão à conta das dotações próprias consignadas no orçamento vigente.

Artigo 6º - Esta lei complementar entra em vigor na data de sua publicação.
JUSTIFICATIVA

Pela oportunidade, cabe consignar que a promoção ao posto ou graduação imediatamente superior, na passagem para a inatividade, é um direito historicamente assegurado aos Policiais Militares, que data de 1948, conforme previsão nos dispositivos insculpidos nos artigos 29 e 30 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição Estadual e estabelecido na legislação infraconstitucional de que tratam as Leis nºs 237/48, 957/51 e Leis Complementares nºs 418, de 24 de outubro de 1985 e 673, de 30 de dezembro de 1981.

Contudo, a partir de 16 de março de 1968, por iniciativa da ditadura militar, o direito à promoção ao posto ou graduação imediatamente superior, na passagem para a inatividade, foi extinto, cujo direito foi reconquistado no governo democrático de Franco Montoro, em 24 de outubro de 1985, com a promulgação da Lei Complementar nº 418/85.

Cabe ressaltar que parte dos Policiais Militares que sofreram a perda do posto ou graduação imediatamente superior, na passagem para a inatividade, entre 16 de março de 1968 e 24 de outubro de 1985, reconquistou esse benefício com a promulgação da Constituição Estadual de 1989, em face dos dispositivos instituídos pelos artigos 29 e 30 do Ao das Disposições Transitórias da Constituição Paulista, porém Oficiais da Corporação oriundos dos Praças foram discriminados e excluídos do direito então reposto.

Todavia, em 30 de dezembro de 1991, com a vigência da Lei Complementar nº 673/91, o governo do Estado extinguiu o direito ao posto imediatamente superior, na passagem para a inatividade, dos Oficiais da Corporação, porém, manteve esse mesmo direito para os Praças PM, sob a falsa promessa de que aos Oficiais PM seria concedida a isonomia salarial com Promotores de Justiça, cujo compromisso governamental não foi cumprido até a presente data, transcorrido mais de 15 anos.

Cabe salientar que os então Oficiais Superiores da Corporação tiveram esse direito preservado, pois que assegurado pelo artigo 29 do Ato das Disposições Transitórias da Constituição Estadual, ou seja, a perda desse benefício alcançou apenas os Oficiais PM com patente de Capitão ou Tenente, parte dos Oficiais oriunda dos Praças e os futuros Oficiais da Corporação. Continua ...

Anônimo disse...

Nesse caso, a cúpula da Polícia Militar negociou com o governo do Estado o direito que não lhe pertencia e, de mais grave, foi estabelecido no seio da Corporação tratamento discriminatório e excludente, tratando os iguais desigualmente, violando-se, portanto, o princípio constitucional da isonomia.

Ademais, o direito ao posto ou graduação imediatamente superior dos militares do Estado, na passagem para a inatividade, não pode ser visto como um privilégio de natureza corporativista, porquanto se trata de um benefício relativo ao atendimento justo e legítimo em face da especificidade da carreira policial militar, cujos profissionais sofrem consideráveis perdas de direitos constitucionais, tanto sociais como políticos.

Nesse sentido, a título de exemplo, os militares do Estado não gozam do direito ao pagamento por horas extras de trabalhos realizados nem do adicional noturno. Não podem sindicalizar-se nem fazer greve, como instrumento legítimo para a defesa de seus direitos e interesses sociais e econômicos. Não podem filiar-se a partidos políticos, quando na ativa. Caso assumam um cargo na Administração Pública, sofrerão perdas na carreira. Sofrem sérias restrições constitucionais caso desejem candidatar-se a cargos políticos e se forem eleitos para qualquer cargo de representação popular são obrigados a passar automaticamente para a inatividade, com enormes perdas na carreira e nos vencimentos.

Portanto, o benefício ao posto imediato na passagem para a inatividade é, na verdade, apenas uma pequena compensação pelas perdas sofridas em decorrência da especificidade da carreira policial militar.

No que concerne a preservação da promoção ao posto imediatamente superior, de que são beneficiários os Subtenentes PM em face da legislação vigente, deve ficar acima de qualquer contestação, visando extinguir esse direito

Portanto, trata-se de um equívoco, grave injustiça e inaceitável discriminação que se quer praticar contra os Subtenentes PM, como está proposto no PLC nº 45/07.

Substituir a promoção ao posto imediato, na passagem para a inatividade, dos Subtenentes pelo pagamento dos proventos dos 2º Tenentes PM, é, na prática, um casuísmo inaceitável, mascarado de forte preconceito, discriminação e elitismo arcaico, porquanto, com isso visa-se impedir que Praças da Polícia Militar galguem o oficialato da Corporação, mesmo na inatividade.

Ademais, é sabido que o governo do Estado, nos últimos 14 anos, tem praticado uma política desumana e nefasta; primeiro, achatando os vencimentos dos s2º Tenentes em relação ao conjunto dos Oficiais da Corporação, penalizando mais ainda os 2º Tenentes oriundos dos Praças; segundo, pela ausência sistemática de aumentos de vencimentos, mediante a concessão de adicionais e gratificações que não se incorporam aos vencimentos dos Policiais Militares, excluindo-se os da reserva e reformados de benefícios remuneratórios.

Portanto, substituir o posto de 2º Tenente PM da reserva pelos proventos, significa a perda de patente, status, prestígio e prerrogativas inerentes ao oficialato da Corporação. Continua ...

Anônimo disse...

O PLC 45/07 propõe excluir do direito ao posto imediatamente superior, na passagem para a inatividade, os Oficiais da Polícia Militar integrantes de Quadros compostos por Praças da Corporação, bem como de Oficiais oriundos dos Praças, como aqueles beneficiados pelas Leis nºs 866, de 12 de outubro de 1975, 2.607, de 10 de dezembro de 1980, Leis Complementares nºs 316, de 28 de fevereiro de 1983, 419, de 25 de outubro de 1985, 455, de 9 de maio de 1986, Leis nºs 4.794, de 24 de outubro de 1985, 4.937, de 23 de dezembro de 1985, 5.455, de 23 de dezembro de 1986, 6.471, de 16 julho de 1989, 6.598, de 30 de novembro de 1989 e 6.990, de 19 de dezembro de 1990.

Descabe, pela injustiça e discriminação tratar diferentemente os Oficiais da Polícia Militar, tendo como critério, na realidade, a origem social desse servidor público, que, certamente, ofende a dignidade da pessoa humana de cada um deles, restringe o exercício da cidadania e agride a princípios do Estado Democrático de Direito e a fundamentos republicanos.

Por derradeiro, propomos a criação do posto de General de Polícia Militar, ocupado em cargo de provimento em comissão por Coronel PM, da ativa, no cargo de Comandante Geral da Polícia Militar do Estado de São Paulo, podendo ser ocupado por Coronel de Polícia Feminino, até como forma de humanizar, democratizar e republicanizar a Polícia Militar, com a sensibilidade e inteligência femininas.

A Polícia Militar tem hoje um efetivo superior a 90.000 integrantes, constituindo-se em uma das maiores organizações policiais militares do mundo. Em outros países, como no Chile, França, Espanha e Itália, organizações policiais congêneres são comandadas por generais.

Assim posto, espero que seja o presente Substitutivo ao PLC 45/07, elaborado mediante assessoria do Tenente Paz, acolhido pelos Nobres Deputados, como medida justa, legítima e necessária para a valorização dos militares do Estado e a preservação da rede de proteção social do Policial Militar e de sua família, assegurando-lhes o direito de viverem com dignidade e bem-estar social.


Sala das Sessões, em 7/8/2007

a) José Zico Prado

Lembrem-se: Esse artigo trata somente de exemplo talvez a ser seguido.

FONTE: www.generaldepolicia.blogspot.com

Anônimo disse...

Parabéns! pelo artigo! já é um grande caminho, saber que há intelectuais com visão de excelência, hoje há uma icógnita sobre o trabalho de PMs no brasil, bandido vestido de policial ou policial honesto? não sabemos ao certo? mais sei q concordo com vc! e principalmente com novos paradigmas em segurança pública! É o q nós queremos para as sociedade brasileira, veja bem o efetivo da PM de todo brasil é superior à forças armadas que não estão em guerra, certo! a PM está em guerra todos os dias com "guerrilha urbana" temos que tirar o chapel para os coronéis PM de todo o Brasil comandantes-geral, pois desenpenham a função de general-de-exército, sendo mais eficiente que os generais. Vejo com pesar que em outras nações tem o posto de general de Polícia, por que no brasil é diferente? Países como a Bolívia, Chile, Peru, Colômbia, França, Espanha, Itália tem generais de polícia e são exemplos de excelência e qualidade e eficiência no atendimento ao público.